-
Chegaram as camisetas do Zahra Studio!
A camiseta Zahra Studio foi completamente moldada para nós bailarinas e professoras de Dança do Ventre!
Ela é feita com malha fria, uma malha tecida com 33% dos fios de poliéster e 67% de viscose. Possui grande durabilidade, não desbota e tem pouco encolhimento. Ideal para uso freqüente. Além de todas estas qualidades, é macia, leve e tem uma excelente apresentação.
O design arrojado da camiseta foi pensado para facilitar a nossa vida antes e após a aula.
Com corte reto na frente e arredondado atrás, ambos os lados vão abaixo do quadril. As camisetas são levemente acinturadas e com o corte conhecido como “canoa “, preservando assim nosso conforto com relação ao frescor do corpo e mantendo a beleza e elegância com um ombro a mostra.
Gostou?!
Então não deixe de adquirir a sua o quanto antes! É uma edição limitadíssima composta por apenas 32 peças.
Nos vemos no Zahra!
Beijos
Amura Zahra
-
Uma nova edição do Preparatório!
Vamos?!
-
Dalila of Cairo vem aí!
-
Ano Novo!!!
-
Primeira convidada para complementar o curso!!!
Este workshop com Lulu Sabongi é um complemento do curso “Preparatório para Professoras- Zahra Studio”.
APENAS este curso será aberto também às meninas de nível iniciante. Isso porque neste curso será abordado de forma prática, todo o início dos estudos da Dança do Ventre, bem como, será feito também um trabalho de incentivo à prática desta arte, por meio de experiências e dicas da professora Lulu.
NÃO DEIXEM DE APROVEITAR ESTA OPORTUNIDADE DE TEREM NO INÍCIO DE SEUS ESTUDOS ESTE CONTATO COM LULU SABONGI!
Lulu é a mãe dos nossos estudos no Brasil! Nossa maior direcionadora.
Beijos!
A gente se vê no Zahra!!!
-
Minhas turmas!!!
-
Divulgação do Zahra 7 Véus- Jornal de Brasília
-
Cada qual com o seu estilo…
Estava aqui pensando a respeito de um assunto que talvez habite a mente de muitas bailarinas…
Enfim, estava pensando sobre estilos. Sim. Estilo de cada bailarina; estilo próprio e/ou suas influências.
Não dá para ficar comparando as bailarinas daqui com as bailarinas egípcias; ou americanas; ou libanesas, por mais que uma ou outra apresente características destas. Estamos em outro país (que não os citados), e por sinal, um país com diversidade cultural ARREPIANTE e que em meio a essa diversidade também possui a sua própria cultura muito bem afincada e definida. Nossas influências são outras, nossas valorizações também. Inclusive, boa parte de nosso foco de estudos e nossos dramas…
Basta notar como a nossa influencia interna é maior que a externa. Temos mais bailarinas viajando de uma cidade para outra para dar cursos e fazer shows, que bailarinas de fora do país(claro que tem toda uma questão financeira também…). E acredito eu, que talvez tenhamos mais exportação nossa (de bailarinas) para outros países que dos outros países para cá ou para outros. Faz um gráfico aí que você vai me entender. O Brasil tem talento demais.
Por mais que estudemos as bailarinas egípcias, as libanesas, as americanas, enfim, qualquer outra bailarina internacional, nós iremos acabar sentindo em algum dado momento o peso de nossa cultura. Muitas acabam se tornando o espelho de alguma outra, e infelizmente (OU NÃO), ninguém precisa de duas bailarinas iguais. Tudo que é repetido parece ter menos graça, não é? No Brasil então, nem me fale…
No Egito as bailarinas têm o costume de estudar e dançar as mesmas músicas de seu show milhares de vezes (a thousand times, mesmo!). Já aqui, sentimos quase uma obrigação de dançarmos a cada vez que vamos nos apresentar, uma música diferente e MAIS complicada que a outra. (Encaminho vocês ao blog, pois lá tem um texto em falo mais sobre isso www.ddanibaeza.blogspot.com). Se a base principal de nossos estudos, que é a bailarina egípcia seja de que época for, tem o costume de mostrar sempre um mesmo show, por inúmeras vezes e muuuuito bem estudada, porque diabos temos que dançar cada vez algo diferente e ainda por cima, muitas vezes sem estudar? O conhecimento musical é imprescindível na vida de uma bailarina! FATO! Se você tiver um bom arsenal musical, você poderá relaxar mais durante a sua dança.
Vou dizendo mais uma vez, que a maioria das coisas que escrevo aqui no site se aplica a mim, principalmente, que sou o meu maior laboratório de estudos. Além, claro, de observar muito o que acontece a volta.
Com o advento do youtube (celulares que filmam e câmeras extremamente acessíveis) então, as coisas ficaram mais tensas…
“Não posso dançar aquela música porque no youtube já tem uma filmagem minha…, e vai que danço pior agora”. É. Isso acontece muito. Mas, nem tod@s falam.
A verdade é que por mais que estudemos muito um estilo, sempre estaremos com o nosso pézinho preso ao nosso estilo de origem. O melhor mesmo é ser uma mescla de tudo para que cada uma possa encontrar o seu estilo próprio e nisso o que mais gosta de fazer em sua dança. Afinal, não dá para saber sem antes conhecer, não?!
Bom. É isso. ESCUTEM O MÁXIMO DE MÚSICAS ORIENTAIS QUE PUDEREM PARA ASSIM SE FAMILIARIZAREM!
->E neste sábado tem ZAHRA 7 VÉUS em sua 4ª edição!!!!! Será tudo de bom!!!!!!!!! Caldinho de grão de bico para espantar o friozinho que tem feito a noite em Brasília e danças muito especiais!!!!!!!!!
A gente se vê!
-
A polêmica do Ballet…

Tá gente. O título foi apenas para dar um drama, porque na verdade não é bem por aí…
Gostaria de iniciar este post deixando claro que esse texto poderá ter conteúdo irritante para quem é facilmente irritável, mas que caso te irrite é porque você se encaixa. Peço desculpas de antemão, pois não se trata de um texto feito a alguém em especial (é…, não dá pra se sentir tão importante. rere).
Bom. O ballet…
É uma dança linda, sim claro, e em algumas danças do oriente médio temos vários passos de ballet clássico mesclado com os de dança do ventre ou folclóricas. Bons exemplos são o Muwashahat, de Mahmoud Reda e o Ballet Caracalla, de Abdel Halim Caracalla. Por sinal, são dois estilos incríveis, com produções diferenciadas e que alimentam não apenas os olhos de quem os assistem, mas a alma também.
Se você achou melodramático demais, espera para ler o final disso…
Últimamente tem rolado um “Boom” do ballet clássico na dança do ventre. É. Tipo o Baby Boom mesmo, que foi “um período onde o coeficiente de natalidade cresceu de forma acentuada e anormal. Pessoas nascidas nesse período são chamadas de Baby Boomers.”- (Wikipédia, a enciclopédia livre).
No momento estamos vivenciando o “Ballet Boom”. Tão logo, temos as “Dancers Boomers”.
Oquei. Brincadeiras à parte. Vamos ao que interessa…
Já foi a vez do contemporâneo emprestar muitos de seus passos à dança do ventre, e mesmo ainda presente, ele esfriou e encontrou o seu lugar de origem.
Já o ballet está sendo vivenciado no ápice. São shows de dança do ventre que se tornam apresentações de ballet, grandes espetáculos de Dança do Ventre que se tornam espetáculos (não grandes) de ballet e assim o nosso público segue desiludido: “Mas E a dança do ventre?”, “Mas eu já vi aqueles passos ali no ballet…”, “mas cadê que ela não está se chacoalhando inteira?”…
Enfim, são muitas questões que ouço de inúmeras mocinhas que entram e saem do Studio onde estou constantemente presente e de públicos diferentes onde vou assistir a alguns shows.
Mas péra lá, eu também estudo ballet clássico. É aquela história né, “se der eu faço até curso pra astronauta com direito a simulação feita em cima de queijo suíço”. Rerere Creio imensamente no estudo de muitas outras áreas para acrescentarmos à nossa.
Acredito também que o ballet clássico, assim como diversas outras danças com o mesmo porte, ajude e muito nos momentos de deslocamento de nossas danças. Porém, deixar comprometer 90% de nossos estudos afincos por aaaanos de leitura musical auditiva para podermos minudenciá-la com os quadris, em troca de “grand jetés” ou “grand battement” (lindos por sinal) em momentos extremamente exploráveis por nosso “molejo”, não é algo que deveria encher os olhos de orgulho.
Sem generalizar, dançamos com saias rodadas uma dança sensual, que ainda está em busca de um real lugar de respeito, onde não é muito legal ficar mostrando o bumbum (alguém prefere nádegas?) durante a performance. Portanto, porque não se ater aos triviais passos do ballet para uma eventual dança diferenciada durante um deslocamento? Nada impede também de utilizarmos estes grandes passos em uma performance inusitada, como a Dança do Ventre dançada com músicas ocidentais.
Acredito que devamos mesmo recorrer a diversas outras danças que podem nos ajudar com nossa criatividade e a nos diferenciarmos mais umas das outras. Mas não de forma extrema como tem ocorrido. O Brasil está cheio de IMENSOS talentos e não é necessário mais “clichêsices” para encontrá-los.
Podemos ter a certeza de que mantendo a nossa fidelidade aos passos que tanto estudamos na Dança do Ventre, o nosso público nos agradecerá por proporcionarmos alguns instantes de pura magia do Oriente Médio.
Beijos.
Amura Zahra
-
Neste fim de semana a bailarina Ohana Garcia dará uma pequena mostra de sua arte!
Ohana é uma de minhas formações e é uma bailarina e professora extremamente dedicada, estudiosa e doce.
Não percam esta Mostra. Será linda! Pelo que soube serão apresentados vários outros tipos de dança. Um evento cultural sempre cai bem!
Eu vou! Vamos também?!
Beijos!
Amura Zahra
-
Busca












