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Realizar
Pode ser chegada a hora em que a gente sabe que consegue. Dançar. Fazer qualquer coisa que outro alguém possa lhe passar. No que tange à Dança do ventre, claro. Um passo bem treinado pode ser executado e indo mais adiante, bem executado. Deixa de se tornar um desafio, porque se você sabe que irá conseguir basta simplesmente querer. Algumas vezes a necessidade de compreender fala mais alto que a de executar. Novos estudos, idéias de prontidão ou para serem formuladas, pensamentos divididos, uma ajuda a direcionar a um caminho mais tranqüilo, mais correto talvez…
Quem dança pode sentir muita falta disso. Sentir um vazio quanto a pensamentos de raciocínios serem expostos e não apenas dança a ser mostrada. Uma hora a gente só decide. Apenas nota o momento em que está, e esse é o meu momento, o de repartir e de compreender: tudo, para o tudo esteja presente em mim e em minha dança.
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Rio de Janeiro- Outubro
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Curso com Nadja el Balady
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Espetáculo Dalilah 11 Anos!
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Apresentando!
“A bailarina passa a ser bailarina quando sua alma aceita um outro corpo dentro do que já existia”
Link para o currículo de Nadja->(também encontra link para vídeos)
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Uma nota.
Há poucas semanas atrás, fui assistir a uma noite cultural que teve em um restaurante na asa norte. A noite foi promovida por Renê Dalton e Nara Faria, amigos de longa data. Um do outro e meus.
Com foi bom! Valeu a pena sair de casa, cansada por conta do trabalho e curtir uma noite tão viva e agradável. Poucas coisas me tiram de casa hoje em dia. Ou melhor, da cozinha e do meu quarto. rsss
Mas essa foi uma. Fui ver “de qualé” e gostei mesmo. Até tocar um determinado tipo de tambor, eu e amigos que estavam comigo tocamos. Foi um evento realmente cultural.
Agora vou falar das bailarinas. Uma já foi minha aluna por um tempo, e está começando agora sua trajetória. A Manú. É uma fofa. Em todos os sentidos. Na dança e como pessoa. Super viva, super a vontade (mesmo sabendo que por dentro pode estar um turbilhão), ela demonstra a sensação de leveza. Firme.;)
A outra, Nara Faria, que foi também a responsável pelo evento, estava sumidíssima. E ainda disse: “estava sumida. Voltei a alguns meses apenas. Eu amo isso aquí”. No entanto, ela me fez ficar tão compenetrada que até meus olhinhos brilhavam. Ela também é do circo e apesar disso, não dança ‘circensemente’. Tem olhar, profundidade, movimentos belos (e claros!), braços lindos, expressão…, linda.
Minhas alunas adoraram também. Mais uma prova da quantidade de talentos que existe neste país e que não necessitam de holofote. E me arrisco em dizer que talvez se o tivessem perderiam o brilho. Que já ilumina tanto.
É isso. Foi uma noite muito boa.
Não costumo me referir a nomes aquí no site, mas acho que esse valeu muito a pena.
“Basta ser bem feito, para que possa ser devidamente apreciado”
Beijos e até breve.
Amura Zahra
“… aquele que na palavra entender, no nome não se prender, pode ver bem quem eu sou. Mas quem no pé da letra cair, do nome não vai sair, porque no nome não estou…”
Pedro Santos
Completamente EU.
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Os valores passam a serem impostos, não mais formados
A forma sutil com que se alternam as concordâncias, deixa o ser vulnerável aos que percebem as diferenças. Diferenças deveriam ser boas, tais como mudanças. A perda da identidade leva muitas vezes à perda do respeito. Interesses? Talvez. Mas se todos se baseassem nos preceitos já tão conhecidos e muitas vezes renegados (sim, sim. Eu mesma me nego), todos seríamos iguais em comum tristeza por não termos opinião própria e ainda suficiente para que se formem novos conceitos a fim de gerar um crescimento novo, e não dando continuidade a um frustrado. Deficiência de visão vai bem mais além do físico. Passa por detrás do globo ocular e fica em torno do cérebro, sem que ninguém a note, ou a veja, mas de uma maneira única que se permite sentir através de alguma idéia nova. E real.
Isso é só pra dizer o quanto é feio quando vemos uma dança, uma pessoa, uma personalidade, uma idéia, mudar em conseqüência de uma necessidade. Uma talvez simples necessidade de reconhecimento. Contudo, não pela chamada boa intenção. Nem por má. Porém só pela intenção. A intenção de estar em evidência.
Cada uma deve ter para sua dança, e agora lembro que é mais uma opinião própria, o que tem para sua vida. Qualquer sentimento pode estar entrelaçado aos nossos movimentos. No entanto, não necessariamente sendo mostrados. A bailarina é dona de si. Logo, deve ser de sua dança. A mesma deve (e pode) passar o que quiser e reconhecer o seu limite. Limites não devem ser impostos, mas sim reconhecidos. Não é porque estou sofrendo que simplesmente irei chorar no meio de uma performance, porque afinal o que mais deve ser compreendido no momento atual, pelo que percebo, é que quando dançamos para um público não estamos deixando de mostrar um trabalho. Não somente um trabalho de estudos técnicos, mas um trabalho de estudos gerais, incluindo o de diversas outras áreas que podem ser envolvidas no momento “dança”. No entanto o comprometimento com o público deve passar a idéia, isso num sentido mais amadurecido, de que eu devo também criar um bom sentimento dentro de quem assiste a um show de dança do ventre. E esse sentimento não pode ser criado caso uma bailarina se posicione e demonstre todo o sofrimento que pode estar presente no momento dentro de si. Deve-se lembrar que as emoções não são somente criadas para o público. São criadas com o público também. A idéia deve ficar clara e é simples. Temos o compromisso com o público de deixá-lo a vontade diante de qualquer intenção. Diante de qualquer sentimento apresentado. Não deixamos de ser artistas e nem de darmos o toque de encenação a cada dança, porém lembro apenas que caso estejamos com algum tipo de sentimento aflorado, determinadas demonstrações podem surgir com uma maior facilidade.
Enfim. Sem essa de “você abriu meus caminhos. Pôs luz em meus olhos…rerere”.
Estude melodia, escute musicas clássicas. Inclusive, as que não são árabes (89,9 FM), procure conhecer as letras que a compõe e traduzi-la para si (compreendê-la ao menos) e treine suas feições de frente para o espelho.
“A arte é uma forma de expressão, mas nem toda expressão é arte”
Links interessantes, em diversas áreas, a respeito de “parte” do tema:
http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL46686-6174-545,00.html ß(rarararara)
http://www.sidneyrezende.com/noticia/13399+mudras+expressao+de+sentimentos+e+estados+de+consciencia
http://yallah.wordpress.com/2008/04/18/expressao/
http://www.ehow.com/video_4395598_kathak-dance-facial-expressions.html

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…e por falar em paixão…
espetáculo “o mundo da dança do ventre e a dança do ventre no mundo.” Foto Gustavo Nardelli
“Acredito que todos temos a capacidade mesmo que sutil de criar movimentos e traçar, bem como também seguir, caminhos. Quando alguém nos aponta a direção ou nos mostra que a qual estamos seguindo ou traçando está certa, nos dá um sensação misteriosa e nos ajuda a estimular mais ainda a criatividade que pode estar um tanto quanto distraída, porém nunca ausente” , ela disse.
Todo amor precisa ser estimulado para que não se perca a lembrança do “porque eu comecei a amar mesmo?!”, e uma boa forma de estímulo ao amor pela dança do ventre (DV) pode ser um estudo aprofundado sobre algo específico.
Há algum tempo venho estudando ritmos, mesmo não sendo musicista (… maior trabalho) e também tenho estudado música clássica (… pra variar) e sua composição. Na forma mais simplista possível pode-se dizer. Através destes estudos que estão o tempo todo em foco inclusive em sala de aula com alunas, percebo cada vez mais o quanto a Dança do Ventre necessita de uma certa familiarização para que seja melhor abarcada. Dificilmente a mulher que não escuta música árabe ou descobre ao menos um sentimento que seja, ao escutar este tipo de música, irá conseguir trazer a questão dos ritmos para o corpo. Leia de novo.
Não basta compreender, tem que viver. Uma boa e adequada percepção corporal dos movimentos só virá seguida á uma percepção auditiva. Uma audição somente aguçada não basta, precisa ser um audição adaptada e no caso adaptada a rotina ou descompasso dos ritmos que compõem as músicas que “usamos”.
Resumindo, o gosto não pode ser “só pela coisa”, mas também “pelas coisas que compõem a coisa”.
A gente leva anos primeiro estudando a parte prática para depois estudar o sentimento, quando, em minha opinião, se deveria nascer o interesse pela música inicialmente e pelos movimentos em seguida.
O brasileiro aprende o samba, o funk, é pelo ritmo, através da batida envolvente. Os pezinhos se movimentando sem que se perceba, os quadris se balançando.
Aprendeu o gingado bom? Agora vem a parte prática (no sentido mais puro da palavra) para o aprimoramento e quem sabe a profissionalização.
Será que é confuso entender isto aqui?
Sim. Eu sei que o primeiro contato com a dança do ventre nos leva ao caminho do encanto para que surjam maiores interesses nos estudos, mas ultimamente são tantas danças rebolantes com ritmos orientais envolvidos e com passos que notam a DV, que muitas mulheres já chegam à sala de aula tendo “gosto pela coisa” e até arriscando alguns passinhos “Beyoncéados”. O que já traz á aluna um certo interesse mais conduzido pela Dança.
Pra quem estuda o conselho é “escute muita música árabe. De todos os estilos, dando maior enfoque, claro, para o que mais gosta.”
Pra quem vai começar é “adquira contato antes. O mínimo que seja. Até visualmente por cantoras famosas que usam de movimentos da DV para envolver suas performances.”
No entanto, nada impede que a mulher apareça para se apaixonar também.
Por que afinal quem não curte se apaixonar?!
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Dia de festa!!!!!!!!!!
O Zahra Studio de Dança do Ventre comemora os seus 5 anos de vida!!! MUITA vida!

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Parabéns à todas!!!!
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